Biografia Filipe Gonçalves Mélo.

Biografia Filipe Gonçalves Mélo.
Filipe Gonçalves Vieira Mélo.Autodidata. Pintura à óleo abstrata em vários tamanhos até 2mx3m. Desenho com pintura. Desenhos em A 4. Exposição na Mostra Morar mais por Menos RJ e Feira Reacess RJ. Entrevista na GNT. Parque das Ruínas. Santa Teresa RJ.Revista:Entender a mulher. Editora Moi SP.Exposição na morar por Menos Lagoa RJ. Correio da Manhã- Portugal. Coluna. Lídia Soares.Revista Época . Entrevista Cristiane Segatto.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Centro de Pesquisa do autismo com Alysson Muotri, esclarecimentos aos meus amados e queridos amigos, Mina Vianna e Mário Relvas !


Oi Mina,querida amiga mãe batalhadora e fiel ao seu filho Bruno , o qual tenho muito afeição e também por já ter falado com ele várias vezes, o admiro bastante. Sei que para voce e Mário Relvas meu querido amigo, pai de Bruno um rapaz meigo e querido com autismo. a cura é impossível.
Venho aqui nesta post tentar explicar para voces dois a importância da pesquisa, pois eu não sei se voces estão bem a par dela por serem de Portugal. Eu devo aos dois muita gratidão, porque Mina e Mário sempre apoiaram Filipe e eu e me acolheram muitas vezes em seus braços. Por isso me vejo na obrigação de explicar melhor para os dois a luta pela cura do autismo. Falemos do impossivel.
Mas o que é impossível nesta vida? Pra mim só o é a morte.
Lembra da poliomelite? Que aleijava milhares de crianças? Pois é , para todos na época era impossível. E assim foi com outras doenças do passado. O autismo é mais complexo, atinge o cerebro, uma estrutura muito mais complexa que comanda o corpo todo. Mas Álysson Muotri desde cedo considerava isto um tabu. Em 2006 numa palestra de um cientista japonês, que todos consideram louco suas afirmações.. Alysson acreditou que pudessem retirar da pele de pacientes autistas, celulas tronco que ele mais tarde teria neurônios para testar. E fez isto com neurônios autistas.Trabalhando no Laboratório e sem dinheiro, ele recrutou vários cientistas , para pesquisar estes neurônios. Era uma pesquisa arriscada, sem lucro e talvez sem sucesso. Mas Alysson acreditava que podia descobrir algo . Entao aconteceu o milagre cientifico  Alysson e sua equipe reverteram os sintomas que causam o autismo em neurônios doentes. Eufôricos  mandaram a pesquisa para uma revista cientifica renomada para que ela, publicasse a pesquisa. Foi recusado, por que eles acharam que ainda tinha pouca revisão detalhada de tudo. Então ele e a equipe , passo a passo mostram como tudo foi feito. E aí mandaram para a Cell que imediatamente publicou. Isto todo o mundo agora sabe e a comunidade cientifica também. Na pesquisa notaram que os medicamentos usados para reversão do quadro eram tóxicas para humanos.Não desistiram. Alysson agora estuda medicamentos já aprovados e usados para ver se eles curam o neurônio autista, que ele notou na pesquisa são diferentes de pessoas sadias. É uma tentativa muito válida , porque estas substâncias são conhecidas e já sabemos de seus efeitos colaterais. E ele viaja o mundo todo buscando laboratórios que queiram testar drogas novas. Para isso faz palestras explicando a importância da pesquisa. Considero Alysson como um brasileiro tenaz que acredita no que faz e foi por isso que eu também acreditei .
Eu lendo a sua coluna G1, vi que ele escreveu sobre a criação de um Centro de Excelência de autismo, onde além da pesquisa , haveria outras atividades que beneficiariam os autistas.
Mina e Mário Relvas , eu sou mãe de um autista de 29 anos, que me indaga 24 horas com seu olhar e seu quadro , o que é que eu vou fazer para ajuda-lo. Todas as tentativas penso eu.E esta agora é além do normal. E foi aí que eu entrei em contato com a jornalista Cristiane Segatto e pedi a reportagem para a arte de Filipe e sobre o meu sonho de ver esta rapaz cuidado. O melhor para mim era a ciencia  deste pesquisador.E falei do meu sonho de ter no Brasil Alysson Muotri e sua garra, competência e o Centro de Estudos de pesquisa e Investigação do autismo.Agora obtivemos do Gabinete da Presidência o oficio enviado ao Ministério da Saúde do Brasil para que eles vejam a necessidade da criação do Centro de pesquisa do autismo no Brasil, que não existe.Agora é oficial, foi com o carimbo da Presidencia que eles receberam o pedido.
Carol Marchetto, Fred H. Gage, Alysson Muotri 
 Mário Relvas, Mina Viana,  Alysson no Centro de pesquisa , vai pedir a colaboração de cientistas do mundo todo, para que cada um dê sua contribuição no que sabe sobre autismo. Ele é uma pessoa humilde nesta questão , que reconhece que não se pode fazer tudo sozinho. Tem escrito isso no G1. Na vida Cientifica é assim , os passos de um colega ajuda outro. o Centro de Excelência de pesquisa do Brasil terá de ser de ponta para agilizar as pesquisas. Também ponto de palestras científicas com os pais de crianças autistas. Participação de Ongs. profissionais do setor . Aperfeicionamento de profissionais , muitos as vezes perdidos sem tecnicas especificas. Recrutamento de pacientes de todo país que queiram fazer parte da pesquisa. Não é obrigatório, pois muitas pais tem medo de que seus filhos deixam de ser eles mesmos apos medicados. Eu sei que há esta duvida. Mas a pesquisa não é de brincar de médico e monstro. E uma pesquisa de investigação da cura e para saber mais é preciso dar continuidade. Toda vez que tem algo novo é muito dificil para as pessoas entenderem, dá medo mesmo. Mas há uma possibilidade de cura real comprovada pela equipe de Alysson Muotri e só as pesquisa e o investimento dela é que vai determinar o sucesso. no comando de todas as coisas está o Deus Todo Poderoso e Verdadeiro, se for bom para o sofrimento dos autistas Ele se compadecerá.
 Se voce Mina e Mário Relvas fosse o Cientista Alysson Muotri desistia? Deixo esta reflexão para voces meus amados amigos!
 Ray

4 comentários:

  1. Minha querida Ray, quem me dera que tenha razão. Mas o que eu queria dizer, repito, é que a investigação deve ser promovida e será muito válida para o futuro do autismo, seja o que for descoberto. Nada é impossível mas a ciência terá de iniciar um caminho que ainda está quase por todo por desbravar. Creio que o meu filho Bruno já não benificiará de uma outra vida e ele é feliz com a dele e nós com ele. No entanto a esperança sempre mexe connosco lá no cantinho do coração. Mas, caso um dia surja um click científico, esperemos de coração que sim, seria muito bom principalmente para os mais jovens. Nem que seja um cliquezinho que a pouco e pouco fosse evoluindo no futuro.
    Falei como pai e um homem atento a estas coisas dos caminhos fechados do autismo.
    Mas se eu fosse o Cientista Alysson Muotry não desistiria de investigar a causa e a possível cura do autismo desde que me dessem meios para isso.

    Força Ray e Dr. Alysson Muotry!

    Bjs

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  2. Oi Mário querido amigo, eu por minha vez , tenho um filho mais velho que o teu. 29 de idade, adulto, com a sua vidinha já estabilizada e conhecida por todos. E eu não desisto, não perco a esperança. Porque perdendo a esperança por ele , deixo de viver a vida como deve ser. Deixo de ser mãe e deixo de pensar nos outros meninas e meninos com autismo e bebês com autismo que estão por vir. Alysson Muotry só precisa de quem acredite nele. O resto ele tem se esforçado.Nossos meninos estão encarcerados, qualquer hora que a porta abrir para eles, será muita alegria. A etapa mais importante foi desbravada, o neurônio autista pode ser curado. O que precisa agora é investimento desta pesquisa. Pais como voce Mário,pioneiro nesta luta é bem vindo e esperado . Eu não posso ficar sòzinha sem voce e Mina Vianna, precisam estar comigo. Um cliquizinho voce diz , quem sabe Bruno e Filipe vão se benificiar?
    Ray

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  3. Amiga Ray
    Sou profunda admiradora de quem não desisti, de ti e doutor Alysson Muotry, que
    mesmo perante todas as dificuldades e contrariedades, é claro que dou a maior força para que a ciência, contribua para o melhoramento e facilitação da condição autista.
    Daí a achar possível uma cura vai um longo caminho, e sou céptica, ou o autismo não seria aquilo que nos quiseram fazer querer, não tenho estudos nem capacidade suficiente para analisar de uma forma que possa ser útil aos outros, conheço profundamente, e melhor que ninguém o meu filho e mesmo assim ele ainda me surpreende.
    E que haja plasticidade cerebral que um trabalho bem planeado e estudado para cada caso possa dar resultados, mas não cura!?
    Na idade adulta uma vez que toda a estrutura óssea e mental estará "fechada", não vejo que possam ser possíveis grandes alterações, embora haja sempre algo a trabalhar, mas cura!?
    Se a palavra vencer, já traz alguma celeuma, vencer pode ser ultrapassar barreiras , obstáculos, a cura ainda tem uma carga maior e pode causar falsas esperanças, mas vale mais falsas esperanças que esperança nenhuma, mesmo em relação à medicação já existe que reverta determinados comportamentos que possam estar associados aos autismo a algumas comorbilidades, mas cura!?
    Queira Deus que eu esteja enganada, que me provem o contrário, que a ciência evoluiu bastante, só que tratando-se de espetro, poderá ser possível em alguns casos!?
    beijinhos e força

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  4. JUCELMA:
    Sou mãe de um garotinho 04 anos, sei quanto é dificil o diagnostico do autismo e o quanto tem sido doloroso para meu filho, pois o preconceito e o desconhecimento de médicos e profissionais despreparados tornam ainda pior a vida.

    EMAIL:aparecida.janaina10@yahoo.com.br

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